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Bonga no Posto Emissor da BLITZ: memória de “Angola 72” e concerto no Coala Festival, em Cascais, a 30 de maio

Homem a tocar tambor e cantar na praia ao entardecer com público ao fundo e guitarra ao lado.

A “lenda” do semba no Posto Emissor

É difícil dizer o nome de Bonga sem lhe colar, antes, a palavra “lenda”. Em verdadeiro embaixador do semba angolano pelo mundo, o músico passou pelo Posto Emissor para revisitar a infância em Angola, o percurso que o trouxe a Portugal - quando era atleta do Benfica, tendo sido durante dez anos recordista dos 400m - e os anos marcados pela luta pela independência do seu país, com a edição do disco seminal “Angola 72” e o exílio nos Países Baixos e em França.

Da infância em Angola ao Benfica e a Portugal

Na conversa, Bonga regressa às primeiras memórias em Angola e explica como a vinda para Portugal aconteceu em paralelo com a vida de atleta do Benfica. Entre a adaptação e a competição, recorda ainda o período em que manteve, por uma década, o estatuto de recordista nos 400m.

“Angola 72”, colaborações, polícia política e concertos

No podcast da BLITZ, o músico - que celebrou 50 anos de carreira em 2022 - fala também das colaborações acumuladas ao longo do tempo com artistas como Martinho da Vila ou Charles Aznavour, dos problemas que teve com a polícia política, e das reflexões sobre o futuro de Angola. A conversa passa, igualmente, pela paternidade: em 2025, Bonga juntou o seu nome à lista de homens com mais de 80 anos que tiveram filhos, no seu caso, gémeos.

Neste episódio, ficam ainda em destaque os concertos que poderá ver ao longo dos próximos dias, incluindo o do próprio Bonga, que atua no Coala Festival, em Cascais, a 30 de maio, partilhando palco com nomes como Caetano Veloso ou Slow J.

Ouça aqui outras edições do Posto Emissor:


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